OS REFUGIADOS
O Planeta Terra agora tem sua bandeira, embora ainda não oficial, que deverá também ser fincada bem longe daqui, quando outros planetas forem descobertos.
Mas, de uma forma ou de outra, viver neste Planeta, com ou sem bandeira, oficial ou não, vem a ser uma dádiva, com o objetivo de aviventar principalmente os momentos alegres passados nesta nossa fugaz passagem por aqui.
Como seria fantástico imaginar todos os povos vivendo unidos em uma paz harmoniosa, esperança sempre presente nos corações dos eternos sonhadores.
O mundo tem que ser visto com otimismo, mesmo com as ameaças das bombas arremessadas por nações irresponsáveis e desalmadas.
O Planeta Terra gira e gira em movimentos organizados e sincronizados, como se fosse um dançarino sorridente e bem humorado.
É verdade que os possuidores de maldade, alegram-se em ver os fatos mundiais carregados de horror com um invulgar espírito satânico.
Populações e mais populações, assustadas e com medo, deslocam-se, de um país para outro, de um canto para outro, com os familiares, inclusive crianças, em busca de um refúgio.

Mas, em contrapeso, existem governos que acolhem em suas terras esses sofredores, procurando resgatar as suas autoconfianças, dando-lhes novos berços.
Esses refugiados, alijados de suas origens, diariamente, lutam e lutam para ter um pedaço de terra para suas fixações, mesmo que seja em solos estrangeiros.
Esses refugiados nada sabem sobre os seus destinos no Planeta Terra, ora repleto de incertezas, conflitos, lutas armadas e guerras.
JARBAS MIGUEL TORTORELLO